<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312</id><updated>2010-03-17T22:17:15.490-03:00</updated><title type='text'>Biancardine, o Estoriador</title><subtitle type='html'>Onde a palavra vale mil imagens.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>99</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-872848197141266317</id><published>2010-03-17T22:17:00.002-03:00</published><updated>2010-03-17T22:17:15.496-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>Collin</title><content type='html'>- Collin, eu sei que você está dormindo... Mas eu estou me sentindo um pouco sozinho. Vamos conversar, que tal? ... Tudo bem, não precisa me responder. Collin, eu realmente gostaria que você acordasse... Tudo bem. Tudo bem. Não vou tentar te acordar. Eu só queria te contar uma história. Eu estava me lembrando da minha mãe. Moça gentil ela era.&lt;br /&gt;- Eu lembro que ela toda manhã me acordava para ir ao colégio, que naquela época ainda era separado entre meninos e meninas... Não que isso faça muita diferença para você. Me servia um copo de café, preto, bom. E depois me levava até a rua pra se despedir. E quando eu voltava, mesmo ela estando cansada arranjava um modo de conversar comigo. Era uma dona-de-casa, coitada, nunca aprendeu a ler direito, mas era tão esperta que até me ajudava em matemática.&lt;br /&gt;- Eu adorava meu colégio. Minhas professoras eram novas, mas sabiam muito. Nós, os alunos, sempre tentávamos aquelas gracinhas que garotos de quinze anos tentam. Um dos garotos, o Elroy, tenho quase certeza que ele conseguiu pelo menos ver a nossa professora de literatura de sutiã. É claro que, naquela época, ver um sutiã era quase como perder a virgindade. As revistas para adultos eram mulheres de sutiã.&lt;br /&gt;- Na frente do meu colégio, você vê, tinha um outro colégio, de meninas. Os dois colégios dividiam o pátio na hora do almoço, e nós sempre arranjávamos uma desculpa para ficar até depois do recreio conversando com as moçoilas. Uma delas, Collin, você conhece. Elisabete, aquela ternura de cabelos negros e olhos verdes. Os pais dela eram franceses, e sempre tentavam me ensinar quando eu ia namorar a filha deles.&lt;br /&gt;- Pra falar a verdade, eu só fui aprender francês quando eu tinha dezoito anos, quando resolvi casar com a Elisabete. Eu lembro até hoje, veja só: Me casei com os mesmo sapatos que usei quando a conheci. É claro que meu pé cresceu um pouco entre o encontro e o casamento, mas eu insisti. Era a nossa "Coisa velha". Agora a coisa velha sou eu.&lt;br /&gt;- E nós fomos felizes, Collin. Ela sempre me ajudava. É claro que teve o dia em que minha mãe morreu. Eu chorei muito naquele dia. E comecei a trair minha mulher, embora me arrependa muito. Eu dormi no sofá por dois anos, quando finalmente larguei o álcool e as mulheres. Mas quando eu larguei, fomos felizes de novo. Até que teve um dia que ela me falou. Estava grávida.&lt;br /&gt;- Naqueles tempos, Collin, eu tinha uns trinta anos. E era mais alegre do que poderia contar. Meus amigos todos já tinham tido seus filhos aos vinte, e me achavam meio estranho, mas eu não ligava. Agora eu ia ter meu filho, meu próprio, e estava feliz com isso. Foram nove meses que nós vivemos, e nove meses que jogamos fora, no final.&lt;br /&gt;- O bebê, Collin. O bebê era uma garota. Mas não apenas uma garota, uma garota morta. Nasceu morta. Não queria respirar. Minha mulher ficou muito deprimida. Eu não entendi o porquê de eu não ter chorado por isso. Eu queria ter chorado. Eu ainda quero. Mas só minha mulher chorou. E eu sentia que ela me odiava por eu também não chorar. Ela não queria mais sair da cama. Não queria sair de casa. Não queria falar comigo.&lt;br /&gt;- Foi justamente nessa época, vinte e poucos anos atrás, que eu te comprei. Te vi numa loja aqui por perto, e o modo como você olhou pra mim simplesmente não dava pra não comprar. Vocês cachorros se vendem sozinhos, Collin. Levei você naquela caixa com furos de presente para Elisabete, e ela simplesmente te jogou para o lado, se lembra?&lt;br /&gt;- Mas com o tempo foi melhorando. Ela acabou superando a morte da nossa filha, e começou a te dar atenção, carinho, amor. Mas a cada dia que passava ela continuava ficando mais pálida, mais fraca. Por fim eu não tive escolha, por mais que ela dissesse que estava bem. Levei-a no médico. Eu fui com ela e voltei sem ninguém. Estava com câncer, se você não sabia ainda. Acho que agora já existem tratamentos melhores contra cancêr, mas antigamente câncer era morte.&lt;br /&gt;- E ela chorava. Como ela chorava. Eu não podia te levar para visitá-la, o que me deixava ainda mais deprimido. Ela te amava muito, Collin. Por fim, depois de eu ter passado três noites indo e voltando, ela morreu. Simplesmente desistiu. Às vezes eu acho que, se eu tivesse levado você, ela ainda estaria viva, sabe, e que você ainda falaria comigo.&lt;br /&gt;- Mas ela morreu. Eu não pude fazer nada, nem você, nem deus, nem ninguém. E ficamos eu e você, aqui em casa. Meus amigos todos sumiram, meu trabalho me aposentou, e com o tempo até você começou a passar mais tempo dormindo do que falando comigo. Hoje em dia você fica aí, deitado, sem nem me dar atenção. Sabe, Collin, eu realmente gostaria que você acordasse. Por favor, acorde...&lt;br /&gt;- Tudo bem. Não vou insistir. Também vou dormir, estou cansado...&lt;br /&gt;- Boa noite, Collin.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-872848197141266317?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/872848197141266317/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=872848197141266317' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/872848197141266317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/872848197141266317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2010/03/collin.html' title='Collin'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-5668181700932516120</id><published>2010-03-07T05:44:00.000-03:00</published><updated>2010-03-07T05:44:49.137-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Etc'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Como se tornar um Blogueiro Profissional</title><content type='html'>Desde que existiram blogs, existiram aqueles que lucram à base disso. Um tipo especial de blogueiro, que define um novo padrão de "Trabalhar na Internet". Os Blogueiros Profissionais podem ser divididos em três categorias, muito embora todos tenham algo em comum: O lucro que provém do blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os três tipos de blogueiros são: O Profissional Rentável (Também conhecido como imbecil repetidor de clichês), o Profissional Respeitável (O que atualmente escreve algo que interessa, sem ser só uma idiotice de "Dorgas" ou "Ronaldo"), e o Profissional Cult (Também conhecido como "Falido").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As maiores diferenças entre esses três tipos diferentes de profissionais são o padrão de qualidade textual, e o grupo demográfico qual atingem. Como no mundo de hoje as massas se resumem em pessoas que gostam de ver a mesma piada ser repetida milhões de vezes, o grupo de Profissionais Rentáveis encontra seu paraíso monetário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é para isso que serve este guia. Quer ser um blogueiro profissional e ganhar dinheiro com isso? Siga estes passos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Guia: Como se tornar um Blogueiro Profissional&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Crie um nome para seu blog&lt;/b&gt;: Blogs de hoje em dia precisam de um nome bobo ou fácil de memorizar para demonstrarem logo de início que não são nada além de um site idiota que repete piadas feitas no Pânico e que se vende por um preço razoável.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Copie conteúdo&lt;/b&gt;: Se você quer fazer sucesso, pelo menos no início, você vai ter que copiar. Isso significa copiar as tiras de "FUUU", as montagens idiotas, as piadas de celebridades, as pegadinhas ridículas, etc. Mas lembre de dar crédito para os blogs maiores. Quanto aos menores, quem liga pra eles?&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Faça publicidade de seu blog&lt;/b&gt;: Isso significa mandar para seus amigos, fazer aquelas propagandas toscas no Orkut, procurar parceiros, tudo. Se possível, tente arranjar um parceiro de liga alta, que seja reconhecido. Com sorte, você terá vários visitantes vendo as exatas mesmas piadas idiotas e rindo categoricamente, aplaudindo seu blog pela &lt;i&gt;originalidade&lt;/i&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Sacaneie tudo&lt;/b&gt;: E isso é uma regra. Para isso você terá que ficar ligado nas notícias, no BBB, etc. Fulano de tal deu um chifre em alguém? Ótimo, faça uma piada tosca com isso. Alguém morreu? Use isso. Uma criança foi estuprada, morta, esquartejada e depois enterrada no mato? Faça uma piada sobre &lt;i&gt;picadinho de carne&lt;/i&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Ganhe "Respeito"&lt;/b&gt;: Depois de algum tempo, a abominação do bom gosto que você chama de blog ganhará seguidores, respeito, parceiros, etc. Aproveite isso para alcançar o tão sonhado Google Ad Sense, e tente fechar negócios com alguns publicitários por conta própria. Em outras palavras, se venda.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Entre para a Máfia&lt;/b&gt;: Não deve ser segredo (Aliás, é bastante óbvio) da máfia que envolve os maiores blogueiros repetidores de piadas da internet. Caso você queira arranjar uma posição de poder no mundo blogger, terá que se acertar com eles. Não se preocupe, com sorte você já terá dinheiro de proteção.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Crie tirinhas&lt;/b&gt;: No momento que você começar a criar tirinhas, será aclamado como um gênio pelos seus fãs com uma séria falta de pontos de Q.I. Nessa categoria também se aplicam as regras do número 4 do Guia, então seja esperto.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Nunca seja diferente&lt;/b&gt;: Se você fizer algo que for 1% diferente do que seus parceiros de blog fazem, sua carreira acabou. O mundo de blogueiros tolera tantas mudanças quanto a Igreja Católica, e a não ser que você esteja querendo uma briga com a máfia, é melhor que você só repita piadas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Aproveite e compartilhe&lt;/b&gt;: Se você chegou até aqui na sua carreira de blogueiro profissional, meus parabéns, você é um idiota sem neurônios que precisa ver Pânico na TV para saber o que postar em seu blog. Seu salário mensal é bom, e você faz propagandas para Mafia Wars. Mas não se preocupe, gozo de gangster não mancha. É crucial que, caso você queira permanecer neste estágio, você poste no mínimo uma vez por semana, e menospreze blogs que estão começando, no máximo disponibilizando o link no seu cemitério de links. Aproveite, meu caro, você é um blogueiro profissional. &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-5668181700932516120?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/5668181700932516120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=5668181700932516120' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/5668181700932516120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/5668181700932516120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2010/03/como-se-tornar-um-blogueiro.html' title='Como se tornar um Blogueiro Profissional'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-3947401002658938942</id><published>2010-02-06T02:43:00.005-02:00</published><updated>2010-02-06T02:59:55.911-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Etc'/><title type='text'>Cremerda</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;nossa! quem é esse?pelo ao menos Meyer fez sucesso com seus livros ,e ele alguém conhece algum livro dele? ah é nao são bons por isso agora pergunta pra ele se ela é mais rica que ele? SEM DÚVIDA! os livros de Meyer são verdadeiros,diferentes,especiais... já os dele NÃO! e acho ridículo ele publicar artigos sobre Meyer sem mesmo conhecê-la! se não gosta dela tudo bem mais tem algum motivo para odiá-la?Além do fato de ela fazer mais sucesso do que esse idoso aí !meu, desencana vai beija na boca! dizem que acalma! quer MARACUJINA quér? vai se foder cara larga de ser arrogante,escroto,retardado,imbecil,invejoso,ciumento... VAI TOMAR NO SEU CÚ SEU FILHO-DA-PUTA SE ELA QUER ESCREVER É UM PROBLEMA DELA VOCE VAI SE FODER CARALHO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! !!!!!!!TOMARA QUE VOC~E MORRA!!!!!!!!!!!!!FILHO-DA-PUTA!!!!!!!!!!!!!!&lt;/blockquote&gt;O comentário acima foi extraído integralmente do site &lt;a href="http://www.abril.com.br/noticias/diversao/stephen-king-diz-autora-crepusculo-nao-boa-escritora-419584.shtml" title="Stephen King critica Stephenie Meyer"&gt;Abril.com&lt;/a&gt;. Nenhuma letra trocada, nenhuma vírgula movida (O que foi, de fato, um sacrifício para mim, devido à "Excelente" gramática da autora).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que, caros leitores, aconteceu com o mundo? Antigamente, tudo bem, tínhamos os modismos passageiros que acometiam os jovens. Romances, etc. Mas nunca foi algo nessa escala. Ocorria a ocasional "briga" de fãs de um assunto com fãs de outro assunto (Leia-se Star Wars e Star Trekk), mas desejarem a morte de Stephen King porque ele criticou Stephenie Meyer? Isso já é um passo meio radical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, radical é o que define esse modismo novo de Crepúsculo. Como que um livro de terceira categoria conseguiu tanto sucesso, e influenciou tantas mentes fracas? Sinceramente, eu não sei. As únicas explicações que me vêm à mente são relacionadas à zumbis, pactos demoníacos, subornos monumentais para o New York Times, e uma pequena traição com o David Letterman. Por que o David Letterman? Sei lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o ponto é: Crepúsculo é a mais nova moda. E é isso que é: Um modismo hiper-cultuado. Uma cultuação hiper-religiosa. Chega ao ponto de te discriminarem se você não gostar de crepúsculo. É. Chegamos ao ponto religioso da questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Riram dele. Ele não tinha o mesmo gosto. Não gostava de tal coisa. Riram dele. Jogaram-no na lama" - A discriminação. Sim, a discriminação. É algo que está começando por agora (O que motivou todo este post, incluso com o comentário da colega), que ocorre até mesmo comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ocorre? É simples: A pessoa conhece um grupo. Se enturma, faz amigos. Descobrem que esse indivíduo não gosta do determinado livro. O excluem do grupo. Passam a humilhá-lo. Judiar dele. Bater nele. Um Bullying (Outro post que eu venho adiando há tempos). E acho que já basta um "Tiros em Columbine" (Sem contar que "Mordidas em Rio de Janeiro" não soa tão bem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com certeza não é o "Fim" de qualquer coisa. Modas vem e vão. Mas o que preocupa é a atitude. Será que, no futuro, os fanatismos piorarão? Um tanto quanto triste, vivenciarmos uma Inquisição para eliminar os Não-Adoradores de Crepúsculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: Eu não gosto de Crepúsculo. Acho ridículo. Sem história. Nem para iniciar as pessoas ele serve, já que aparentemente aliena os possíveis iniciantes.&lt;br /&gt;P.P.S.: Nenhuma ofensa foi intencional neste post.&lt;br /&gt;P.P.P.S.: Se você é um(a) fanático(a) por Crepúsculo, desconsidere o P.S. acima.&lt;br /&gt;P.P.P.P.S.: Este post foi publicado simultaneamente no Biancardine, o Estoriador quanto na Nave da Loucura, embora sob diferentes marcações.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-3947401002658938942?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/3947401002658938942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=3947401002658938942' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/3947401002658938942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/3947401002658938942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2010/02/cremerda.html' title='Cremerda'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-2644867346164133838</id><published>2010-01-31T09:19:00.001-02:00</published><updated>2010-01-31T09:19:17.234-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesias'/><title type='text'>O Abacaxi</title><content type='html'>A régua passou voando&lt;br /&gt;Pelo jardim dourado.&lt;br /&gt;O porco morreu à mando,&lt;br /&gt;Seu roteiro estava misturado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma baleia, &lt;br /&gt;Apoiada num prego,&lt;br /&gt;Preso na parede de meia,&lt;br /&gt;Construído pelo ego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dente cantou desfigurado.&lt;br /&gt;Sob o teto de um quadro relatado,&lt;br /&gt;Na televisão do homem descerebrado.&lt;br /&gt;Que chamou seu filho de viado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quadro vomitou no artista,&lt;br /&gt;Quando o cafetão passeou de puta.&lt;br /&gt;Estavam os dois na São Batista,&lt;br /&gt;Quando o homem voou lá pra Combuta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentou-se no prédio de arenito,&lt;br /&gt;Tomou sua areia com chá.&lt;br /&gt;Sentiu fome aqui e acolá,&lt;br /&gt;Comeu de jantar um erudito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O menino descobriu que era pai,&lt;br /&gt;Antes mesmo de transar.&lt;br /&gt;Por aquele garoto, puta nenhuma disse "Ai",&lt;br /&gt;Acho que seria melhor ele se matar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hegemonia simbólica de falácia moral,&lt;br /&gt;Talvez seja apenas um golpe hormonal,&lt;br /&gt;Singelamente pronto para te foder,&lt;br /&gt;Inocentemente estuprando seu ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jok's so pa's for me ti las.&lt;br /&gt;Nip so fi la ca so ma,&lt;br /&gt;I on em so fez las mas,&lt;br /&gt;It pere of tu la mesma.&lt;br /&gt;Acho que enlouqueceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia anoiteceu claro,&lt;br /&gt;Quando a manhã atingiu o crepúsculo.&lt;br /&gt;O garoto tolo sentou no aro,&lt;br /&gt;Seu pai beijou seu músculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menina pobre,&lt;br /&gt;Aprendeu bem rápido.&lt;br /&gt;Teve que chupar e engolir,&lt;br /&gt;Não teve escolha, era isso ou partir.&lt;br /&gt;Comprou um cachorro quente de cobre.&lt;br /&gt;Sentou-se, um babaca ávido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O açougueiro deleitou-se.&lt;br /&gt;Com o presente da filha,&lt;br /&gt;Era lindo o que ela trouxe,&lt;br /&gt;Mesmo tendo ela gozo na virilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinemático o monstro,&lt;br /&gt;Que mata com as garras.&lt;br /&gt;É real, no entanto, quem mata com vostro,&lt;br /&gt;Ele apertou na mulher as amarras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinderela se sentou,&lt;br /&gt;No pau de outro homem,&lt;br /&gt;Enquanto o príncipe estava dando,&lt;br /&gt;Para o seu amante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu te pergunto:&lt;br /&gt;Eu te questiono:&lt;br /&gt;Eu lhe imploro:&lt;br /&gt;Aonde está o abacaxi?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-2644867346164133838?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/2644867346164133838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=2644867346164133838' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/2644867346164133838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/2644867346164133838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2010/01/o-abacaxi.html' title='O Abacaxi'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-6503847007132149950</id><published>2010-01-30T08:44:00.000-02:00</published><updated>2010-01-30T08:44:45.391-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Etc'/><title type='text'>Hippie</title><content type='html'>Temos Dia do Militar. Sim, nós temos. Dia do Sexo, Dia da Toalha (Muito embora eu apóie esses dois últimos, eu quero afirmar um ponto), Dia do Nerd, Dia do Orgasmo, Dia do Político, Dia do Advogado, Dia do Escritor, Dia do Lixeiro, Dia do Jim Carrey, Dia do Funk (Quem quer que tenha criado esse merece ser BALEADO. Provavelmente já foi), Dia do POP, Dia do P.O.P. (Podem parecer diferentes, mas o P.O.P. é Problema de Outra Pessoa), enfim. Uma porrada de dias. Acho possível até que tenhamos mais dias de alguma coisa do que temos em um ano (O que deve dar uma certa confusão com relação ao que comemorar: O Funk, ou a Semana da Independência?), mas um dia dedicado àqueles que deram um &lt;i&gt;stop&lt;/i&gt; (Ou pelo menos tentaram. Mas se divertiram bastante) no capitalismo desenfreado que ocorria nos anos 60, não temos. Pois bem. Eu não posso mudar o calendário, mas posso, no espírito Hippie, postar uma pequena homenagem, não o posso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveite agora, caro leitor, uma coleção de músicas que, considero eu, marcaram a era Hippie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0yNcE8c3j2M&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/0yNcE8c3j2M&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/m_NholHANoY&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/m_NholHANoY&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/W2rAdXo3brs&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/W2rAdXo3brs&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_8wbTHzNcQQ&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/_8wbTHzNcQQ&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/SioA6YnEeKM&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/SioA6YnEeKM&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NOfssJ0vwfU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/NOfssJ0vwfU&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sreHPwjHTVE&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/sreHPwjHTVE&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/30ktWPrWPDc&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/30ktWPrWPDc&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS.: Algum dia eu pretendo voltar a escrever normalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt; &lt;br /&gt;... Algum dia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-6503847007132149950?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/6503847007132149950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=6503847007132149950' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/6503847007132149950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/6503847007132149950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2010/01/hippie.html' title='Hippie'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-2786379381631121207</id><published>2010-01-28T06:00:00.000-02:00</published><updated>2010-01-28T06:09:07.637-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesias'/><title type='text'>Vazio Devastador</title><content type='html'>Sozinho fui largado,&lt;br /&gt;Uma mão caridosa&lt;br /&gt;Deixa de ser amorosa.&lt;br /&gt;Sozinho fui deixado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roubaram-lhe de mim.&lt;br /&gt;Reticências no teu olhar,&lt;br /&gt;Petrificado como marfim.&lt;br /&gt;Agora você foi, e estou a sobrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ponho-me em pensado,&lt;br /&gt;Sua atitude corajosa,&lt;br /&gt;Me fez pensar se já fui amado.&lt;br /&gt;Nunca fora calorosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ti sempre vim,&lt;br /&gt;Nunca serei capaz de cantar,&lt;br /&gt;Estou estendido no jardim,&lt;br /&gt;Jamais serei capaz de andar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A canção formosa acabou,&lt;br /&gt;Você por ele me deixou,&lt;br /&gt;Não se ponha a chorar,&lt;br /&gt;Ainda há o que terminar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O coração negro decepou-me,&lt;br /&gt;Sob sua sombra estremeço,&lt;br /&gt;Lâmina aquela que matou-me.&lt;br /&gt;A ti nunca mais esqueço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apertou as cordas em volta?&lt;br /&gt;Por favor, tenha certeza, não solta.&lt;br /&gt;Botou-as no meu pescoço?&lt;br /&gt;Ótimo. Puxe a corda. Não será embaraçoso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-2786379381631121207?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/2786379381631121207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=2786379381631121207' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/2786379381631121207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/2786379381631121207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2010/01/vazio-devastador.html' title='Vazio Devastador'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-2883161754018056352</id><published>2010-01-27T06:43:00.000-02:00</published><updated>2010-01-27T06:43:43.512-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesias'/><title type='text'>Existe um fim</title><content type='html'>Seguiu pelo deserto de sua alma,&lt;br /&gt;Sobre pedras de areia e mar,&lt;br /&gt;A rosa de um coração sem par,&lt;br /&gt;Sua expressão estava calma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O túnel ensolarado fez contato,&lt;br /&gt;Naquele Verão de neve,&lt;br /&gt;Vomitou pensando em Demi Lovato.&lt;br /&gt;Seu cérebro entrou em greve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O horror foi provocado,&lt;br /&gt;Quando deixou de ser jovial,&lt;br /&gt;Percebeu, muito tarde: Estava mal.&lt;br /&gt;Deixou-se ser arrebatado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anos prosseguiu, lutando bravamente.&lt;br /&gt;Suas marcas e cicatrizes o marcaram.&lt;br /&gt;Por fim descansou eternamente:&lt;br /&gt;Suas dores o mataram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sua alma seguiu pelo deserto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-2883161754018056352?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/2883161754018056352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=2883161754018056352' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/2883161754018056352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/2883161754018056352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2010/01/existe-um-fim.html' title='Existe um fim'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-2020209149795912312</id><published>2010-01-24T22:09:00.006-02:00</published><updated>2010-01-24T22:23:01.577-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesias'/><title type='text'>Movimentos para os Podres</title><content type='html'>&lt;p&gt;Marca, mancha, cravo,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;espinho, espinha. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Interpretação, interpretação...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu vou te matar?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Morte, morte&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dor, Dor&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sangue (sangue?).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Violência... Instável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sem sinais vitais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Merda, merda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vácuo, vacúolo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tenso, tenso&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ativo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É disso que se faz&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso que é feita,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto tiver lítio,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pão, circo e orgia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu não ligo, eu não me importo&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De qualquer forma, sua boca estará cheia de vermes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De qualquer forma, o Deus vira a merda do mendigo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De qualquer forma é de qualquer forma.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A maior alergia é a vida que posso ter.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Minha diabetes é salgada pela falta do doce.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Doce, Doce. A vida é amarga.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Squirt idílico doce.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Oh! A falta de código se enriquece nos livros&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A cultura às vezes é só uma opinião com perfume,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O abstrato do auto-retrato.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sim, senhor e grande irmão&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vamos brincar de pseudo-democracia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sua piscina está cheia de ratos&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E sua mente está cheia de vermes,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alguém de um lugar remoto &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Te controla na palma da mão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Foliculite crônica...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-2020209149795912312?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/2020209149795912312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=2020209149795912312' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/2020209149795912312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/2020209149795912312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2010/01/movimentos-para-os-podres.html' title='Movimentos para os Podres'/><author><name>Ianna Fyelds</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103607194984347801</uri><email>ianna_scm@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03712474722893830014'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-4931397303855289816</id><published>2010-01-21T21:45:00.002-02:00</published><updated>2010-01-21T22:40:55.541-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Etc'/><title type='text'>Direitos da Mulher</title><content type='html'>Hoje gostaria de me desculpar em nome do sexo masculino pelas ações impensadas e covardes de Fábio Willian. Fábio, na manhã de Quarta-Feira, dia 20 de Janeiro, assassinou a esposa, Maria Islaine de Moraes, a tiros. Ele já havia ameaçado-a de morte inúmeras vezes anteriormente, que foram denunciadas várias vezes por Maria, mas a polícia nada fez para ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma lei que garante os direitos da mulher contra a violência doméstica, a &lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11340.htm"&gt;Lei Maria da Penha&lt;/a&gt;. Agora, eu vos pergunto, caros leitores: Para quê serve uma lei que protege contra este exato tipo de situação, se quando ela mais é necessária, fica simplesmente ignorada na burocracia policial?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei Maria da Penha recebeu este nome de um caso em que uma farmacêutica, Maria da Penha Maia Fernandes, fora agredida pelo marido durante seis anos. Ela fora vítima de duas tentativas de assassinato, uma das quais a deixou paraplégica, e, depois de dezenove anos de julgamento, o marido fora encarcerado por míseros dois anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A lei alterou o Código Penal brasileiro e possibilitou que agressores de mulheres no âmbito doméstico ou familiar sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada, estes agressores também não poderão mais ser punidos com penas alternativas, a legislação também aumenta o tempo máximo de detenção previsto de um para três anos, a nova lei ainda prevê medidas que vão desde a saída do agressor do domicílio e a proibição de sua aproximação da mulher agredida e filhos." - Wikipédia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas agora, eu levanto a questão: Funciona esta lei? Se quando uma mulher mais necessita dela, ela falha a prover assistência, eu diria que &lt;b&gt;não&lt;/b&gt;. Devemos descartá-la? Nunca. Devemos fazê-la funcionar. Devemos exigir ação da polícia, dos governos, devemos pressionar o povo para que esse tipo de coisa não passe impune!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarta-Feira, dia 20 de Janeiro de 2010, uma mulher de 31 anos fora assassinada porque a polícia, a lei e a comunidade foi incapaz de deter tal acontecimento. Eu gostaria de deixar aqui meus pêsames para a família da vítima, além de pedir um favor à meus leitores: Não façam vista grossa. Denunciem. Ajudem. Não devemos aceitar tais coisas como se fossem naturais. Todos temos direito à vida, todos temos direito à viver com segurança. É necessário que o povo exija isso das autoridades para que a mudança de fato ocorra. Não apenas uma folha de papel nas páginas da legislação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1457225-5598,00-POLICIA+ENCONTRA+CARRO+DE+SUSPEITO+DE+MATAR+CABELEIREIRA+EM+MG.html" title="A reportagem"&gt;A reportagem&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É/Foi vítima de violência doméstica? Disque 180, número de assistência à mulher, operante em todo o Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-4931397303855289816?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/4931397303855289816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=4931397303855289816' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/4931397303855289816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/4931397303855289816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2010/01/direitos-da-mulher.html' title='Direitos da Mulher'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-535771459017977850</id><published>2010-01-12T00:01:00.000-02:00</published><updated>2010-01-12T00:01:01.587-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesias'/><title type='text'>Doce Agulha Podre</title><content type='html'>O vento frio destrói seu sorriso,&lt;br /&gt;A agulha adentra sua pele,&lt;br /&gt;Um furo tão impreciso,&lt;br /&gt;Prazer injetado que vele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aonde tudo deu errado?&lt;br /&gt;Onde amor virou heroína?&lt;br /&gt;Deixou teu corpo largado,&lt;br /&gt;Quando deixastes de ser minha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando destes sumiço,&lt;br /&gt;Deixastes apenas um buraco,&lt;br /&gt;Com uma carta, sentido postiço.&lt;br /&gt;Enquanto apenas me encharco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos juntos, em paz,&lt;br /&gt;Até que tudo desapareceu.&lt;br /&gt;Subitamente, não sou capaz,&lt;br /&gt;Onde está o sentido, se eu era seu?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-535771459017977850?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/535771459017977850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=535771459017977850' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/535771459017977850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/535771459017977850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2010/01/doce-agulha-podre.html' title='Doce Agulha Podre'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-7970256890134008753</id><published>2010-01-09T17:35:00.001-02:00</published><updated>2010-01-09T17:36:45.702-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesias'/><title type='text'>Mistura Estranha</title><content type='html'>Cinderela chupou o Príncipe&lt;br /&gt;Ninguém é bonito por dentro.&lt;br /&gt;Nada é o que parece.&lt;br /&gt;Só tem um cheiro gosmento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cor vermelha&lt;br /&gt;De uma imagem azul.&lt;br /&gt;Sobre uma panela ajoelha,&lt;br /&gt;Direcionado ao norte do sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Natal é uma mentira,&lt;br /&gt;Religião um artifício.&lt;br /&gt;Tudo que é bom não respira,&lt;br /&gt;E não te manda tomar num orifício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pobre podre nada pode.&lt;br /&gt;O padre tem algo embaixo da bata.&lt;br /&gt;Ao rico dedico este ode.&lt;br /&gt;Enquanto ele não se mata (Tomara).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É apenas um idiota.&lt;br /&gt;Tentando arranjar um trocado.&lt;br /&gt;Mesmo sendo poliglota.&lt;br /&gt;"Se prostitui" faz parte de seu legado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte desmerece o homem,&lt;br /&gt;O homem desmerece sorte.&lt;br /&gt;Rápido, antes que cantem.&lt;br /&gt;Chame de vez a morte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-7970256890134008753?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/7970256890134008753/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=7970256890134008753' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/7970256890134008753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/7970256890134008753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2010/01/mistura-estranha.html' title='Mistura Estranha'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-7000246648308090111</id><published>2009-11-29T17:45:00.000-02:00</published><updated>2009-11-29T17:45:28.708-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesias'/><title type='text'>A Fábrica</title><content type='html'>Dois à esquerda, giram a porca,&lt;br /&gt;Dois à direita, giram a manivela.&lt;br /&gt;Ancestrais do chefe, morreram na forca,&lt;br /&gt;Os operários pararam, foram à capela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fábrica cresceu, se expandiu,&lt;br /&gt;Robôs faziam o trabalho,&lt;br /&gt;Operários foram ao retalho,&lt;br /&gt;Do alto o chefe contou dinheiro e riu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda vez que o robô morria,&lt;br /&gt;Sempre se substituia.&lt;br /&gt;Salário era pouco,&lt;br /&gt;Apenas para quem não era louco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A voz ativa era inexistente,&lt;br /&gt;Quando o robô pegava no batente,&lt;br /&gt;O trabalho era sua vida,&lt;br /&gt;Que vida, em contrapartida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo movimento hipnotizante,&lt;br /&gt;Por anos e anos adiante.&lt;br /&gt;Um robô viciado, um robô programado,&lt;br /&gt;Um robô chamado humano, coitado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-7000246648308090111?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/7000246648308090111/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=7000246648308090111' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/7000246648308090111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/7000246648308090111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2009/11/fabrica.html' title='A Fábrica'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-8821368817750770738</id><published>2009-11-22T12:00:00.001-02:00</published><updated>2009-11-22T13:28:06.291-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RPG Maker Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>O Clichê - Parte Oito</title><content type='html'>&lt;div class="spoilerbody" style="display: block;"&gt;- Estou... M-m-m-m-morto de f-f-f-f-f-frio! V-v-v-v-você tem c-c-c-certeza que é aqui?&lt;br /&gt;- Sim, Fernando, eu tenho. E pare de fingir que está morto de frio, nós só estamos no Pólo Norte!&lt;br /&gt;- Ah, tudo bem. Só queria dar uma boa impressão. Mas, me diga, para que que nós viemos no Pólo Norte, se já temos os quatro cristais?&lt;br /&gt;- Para pegar o Cristal da Vida. Se você tivesse prestado atenção na "Cutscene" que todo mundo pula, você saberia disso.&lt;br /&gt;- Tudo bem... Tudo bem... George, querido, você está bem?&lt;br /&gt;- Não! - George estava com a mão na calça. - Eu ainda não aprendi como fazer minhas necessidades como mulher... E agora minha mão está presa!&lt;br /&gt;- Ainda bem - Luana retorquiu. - Pensei que você estivesse se aliviando aqui, na frente de todo mundo.&lt;br /&gt;- Assim como você, ontem, depois que todo mundo foi dormir? - Eu respondi.&lt;br /&gt;- Cale a boca, aquilo era segredo!&lt;br /&gt;- Segredo? Você nos acordou com seus gritos!&lt;br /&gt;- Tudo bem, podemos ir para essa biblioteca de uma vez?&lt;br /&gt;- Tudo bem, mas já estamos nela.&lt;br /&gt;- O que? Onde você viu isso?&lt;br /&gt;- Pelo sinal de "Favor fazer silêncio" no qual eu estou pisando.&lt;br /&gt;- Ah, que maravilha. Toda essa jornada para nada!&lt;br /&gt;- Ei - Eu mexi no sinal. - Tem um livro embaixo deste sinal!&lt;br /&gt;- Nossa, que biblioteca pequena - George riu.&lt;br /&gt;- Ei, escutem isso: "Para encontrar o Cristal da Vida, nossos heróis que estão agora mesmo lendo este livro sentados no gelo perto de uma placa de 'Favor fazer silêncio' devem sacrificar o fantasma."&lt;br /&gt;- O que será que devemos fazer? - Eu virei a página.&lt;br /&gt;"Matem o fantasma, idiotas!"&lt;br /&gt;- Não poderia ser mais direto que isto. Bem, George, acho que chegou a hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;George tentou correr, mas eu o chutei. O fantasma então saiu do corpo de Hylda, que voltou a babar, e tentou me atacar, mas, antes que ele pudesse, eu enfiei minha mão em sua barriga, pegando o cristal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo momento em que puxei o cristal para fora de seu “corpo”, ele desapareceu, gritando “DE NOVO NÃOOOOOOoooo...”. Pus o cristal em meu peito, e, depois de mais um “Cutscene”, virei o Cara de Fogo e Luz. Gostei desse nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bem, temos o cristal... Vamos matar o rei!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns meses depois, quando a viagem de volta do Pólo Norte acabou – Ei, ainda não existiam aviões, e a droga do Pólo Norte ainda não tinha sido descoberta! Como diabos nós chegamos lá em um ano foi uma droga de um milagre! -, e fomos enfrentar o rei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então... – O rei falou – Vieram me matar... Mas Jack, devo te avisar uma coisa.&lt;br /&gt;- Eu não quero falar com você! Você matou meu pai!&lt;br /&gt;- Não Jack... Eu sou...&lt;br /&gt;- Não! – Eu o interrompi.&lt;br /&gt;- O quê? Eu só ia falar que sou...&lt;br /&gt;- Nã! Nã! Nã! Você NÃO vai falar isso!&lt;br /&gt;- O que? Que eu sou...&lt;br /&gt;- Sim, EXATAMENTE ISSO! Desde Star Wars V, TODO FILME OU JOGO CHEIO DE CLICHÊS VÊM DIZENDO EXATAMENTE ISSO! Mas NÃO ESTE JOGO CHEIO DE CLICHÊS! NÃO ESTE CLICHÊ! Você NÃO vai dizer que é meu pai!&lt;br /&gt;- Pai? Não, não. Eu ia dizer que eu sou sua mãe.&lt;br /&gt;__________________________________________________ ___________&lt;br /&gt;Tan tan tan! Oh meu Deus! O rei é a mãe de Jack! O que será que acontecerá?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descubra essa e muitas outras coisas em... O CLICHÊ PARTE FINAL/2!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*BANG*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpem-me. Outro narrador entrou aqui. Aparentemente ele era um narrador de novela. Continuemos com O Clichê.&lt;br /&gt;__________________________________________________ ____________&lt;br /&gt;- Você é minha mãe? Como isso é possível?&lt;br /&gt;- Bem, quando uma mamãe rei e um papai rei se amam muito muito mesmo...&lt;br /&gt;- Não isso! Eu quero dizer, como que você trocou de sexo? Ainda estamos na Idade Média! Eu ainda tenho que usar uma pedra e boa pontaria se quiser chamar alguém à distância! E eu ainda tenho que tomar banho com água de rio, que depois fica nojenta demais para se beber!&lt;br /&gt;- Bem... Eu sei lá. Vai ver é que nem Chronno Trigger, o personagem principal vai pro passado e futuro.&lt;br /&gt;- Mas EU sou o principal!&lt;br /&gt;- Você se acha o principal? Nossa, você é bem egocêntrico, hein filho?&lt;br /&gt;- Ah, dane-se. Sendo você minha mãe ou não, eu vou chutar o seu traseiro.&lt;br /&gt;- Tudo bem... PREPARE-SE PARA TREMER DE MEDO QUANDO EU ME TRANSFORMAR NO MAU MAIS MALÉFICO QUE VOCÊ JÁ VIU! MWAHAHAHA!&lt;br /&gt;- E ENTÃO VOCÊ SENTIRÁ TODO O PODER E A FÚRIA DO REI SEM NOME! EU VOU MATÁ-LO JACK!&lt;br /&gt;- Eh... Mãe? Dá pra mudar o tom? Isso só é assustador em filmes.&lt;br /&gt;- Ah. Me desculpem. MAS PREPA...&lt;br /&gt;- Apenas faça o que você for fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então, o Rei Sem Nome mudou de forma. Uma esfera negra que demonstra o racismo do roteirista o envolveu, enquanto ele trocava de forma. Esperávamos o pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subitamente, um clarão de luz, e ouvimos a voz demoníaca do rei rindo. Quando olhamos, nenhum de nós conseguiu acreditar... O rei tinha se transformado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... Num esquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- MWAHAHAHA! Agora vocês sentiram o PODER e a FÚRIA do Rei! – Disse ele com sua voz fina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu andei até ele, com ele se matando de rir, com sua risada maléfica que lembrava a de uma falácia, e pisei nele. E assim, o Rei estava morto. É, bem ÉPICO, NÃO? O REI MORREU SENDO PISADO! Não gostou? Reclame nos fóruns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E então, - Começou Luana – O que faremos agora?&lt;br /&gt;- Bem – Eu retruquei – Você vai se apaixonar por mim, nós vamos nos casar e ter filhos.&lt;br /&gt;- O quê? Eu nem ao menos tenho escolha?&lt;br /&gt;- Hehehe... Não. O que você queria? É um clichê. – Então ela me chutou nas partes sensíveis, e saiu correndo castelo afora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que aconteceu depois? Bem, nós fomos presos pela guarda real por ter assassinado o rei, Hylda e Fernando foram executados alguns dias depois. Luana se tornou co-protagonista de “Chronno Trigger”, e mudou seu nome para Marlene.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu? Bem, eu fugi da prisão, fui re-capturado em minha fuga, fugi de novo, quase fui executado, matei o meu cárcere, e fugi de vez, fui para o Pólo Norte e passei o resto dos meus dias falido, vendendo Gelo no palito. Até hoje sem nenhum comprador.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-8821368817750770738?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/8821368817750770738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=8821368817750770738' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/8821368817750770738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/8821368817750770738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2009/11/o-cliche-parte-oito.html' title='O Clichê - Parte Oito'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-3096799846165096824</id><published>2009-11-15T00:00:00.002-02:00</published><updated>2009-11-15T00:00:00.903-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RPG Maker Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>O Clichê - Parte Sete</title><content type='html'>Num dia cândido e alegre de verão cândido e alegre, nossos heróis cândidos e alegres passeavam pela montanha cândida e alegre. Eles sorriam aos pequenos e fofos animais que, por algum milagre cândido e alegre, não comiam uns aos outros de forma como a natureza cândida e alegre quis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os heróis passeavam cantarolando "Raindrops Keep Falling on my Head", embora essa música nem tivesse sido inventada ainda. Quando, de repente, um monstro cândido e alegre surgiu do nada, carregando doces cândidos e alegres para nossos heróis, e todos viveram cândidos e alegremente felizes para sempre. &lt;br /&gt;- AAAAAAAAAAAAAAAAAAARGGGGGGGGGGGGHHHHH! - Eu acordei, morto de medo.&lt;br /&gt;- O que houve? - Perguntou Luana, assustada.&lt;br /&gt;- Tive o pior pesadelo da minha vida. Estavamos todos num mundo cândido e alegre, cheio de cores, como o mundo de Oz!&lt;br /&gt;- Meu Deus, que horror!&lt;br /&gt;- E isso não é o pior! EU ESTAVA CANTAROLANDO! CÂNDIDA E ALEGREMENTE!&lt;br /&gt;- Calma, calma, foi só um pesadelo... Você não vai sair por aí cantarolando cândida e alegremente... - Ela me abraçou, o que me deixou vermelho de vergonha.&lt;br /&gt;- Agora - Ela passou a mão em minha cabeça. Estava começando a ferver. -, vamos dormir, tudo bem?&lt;br /&gt;- Certo, certo. Desculpe-me, mas coisas cândidas e alegres me dão arrepios.&lt;br /&gt;E voltamos a dormir, com Luana no meu lado. Realmente, o que eu sentia por ela tinha passado de um desejo animalesco por procriação suja e prazerosa, para um sentimento quase ridículo de paixão. Comecei a me odiar naquele momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei no dia seguinte com uma dor de cabeça digna de um anão que bebeu o triplo do seu peso em Whiskey. Para me curar - Receita de família - Bati com uma panela na cabeça, de modo que eu passei a me importar mais com o ferimento que sangrava, do que com a dor de cabeça propriamente dita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E continuamos nossa rota em direção ao cristal de Ar. Quando chegamos ao local, vimos nada além de terra. Enquanto inspecionávamos Fernando fazia piadas de peido, achando que eram hilárias. Eu tive vontade de arrancar-lhe a língua fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, ouvimos um grito de George/Hylda/Nem-sei-mais-quem-era. Quando olhamos, sua perna estava coberta de uma substância branca, que cheirava mal. Luana tocou na substância, e, cheirando-a, reconheceu como sendo cocô de pombo, só que de proporções colossais. Estranhamente, minha paixão aumentou um pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhando ao redor, nós enfim avistamos um pombo gigantesco sobrevoando os arredores. Ele era parcialmente transparente, e, quando Fernando atirou uma flecha nele, a flecha passou por ele sem nem ao menos incomodá-lo. &lt;br /&gt;- Bom, isso é original. Um pombo que é o guardião de ar. Só temos que nos cuidar desses cocôs e devemos ficar bem.&lt;br /&gt;No momento que disse isso, George começou a gritar novamente - Como uma mulher -, e vimos que o cocô estava começando a corroer sua perna.&lt;br /&gt;- AH MEU DEUS, O QUE EU FAÇO?&lt;br /&gt;- Calma, eu aprendi na escola o que fazer nessas situações! - Respondeu Fernando. - Pare, deite, e role!&lt;br /&gt;- Isso é para incêndios, Fernando. - Eu retruquei.&lt;br /&gt;- Era uma escola pública. Até em caso de afogamento nos ensinaram isso.&lt;br /&gt;- Ah.&lt;br /&gt;- Espera - Começou Luana - O cocô ácido está se espalhando. Temos que isolá-lo. - Antes que pudéssemos impedí-la, ela arrancou uma faca de sua calça, o que me excitou por algum estranho motivo, e arrancou a perna de George, deixando-o perneta. Tirou a excitação que eu tinha antes.&lt;br /&gt;- AHHHHHHHHHHHHHHHHH! SUA MERETRIZ! VOCÊ CORTOU MINHA PERNA!&lt;br /&gt;- Tecnicamente - Eu corrigi - É a perna da Hylda.&lt;br /&gt;- Ah, você está certo - George se acalmou completamente.&lt;br /&gt;O pombo soltou mais uma bomba - Literalmente -, dessa vez em cima de Luana. Ela não viu, e eu me joguei para salvá-la - Na esperança que ela se apaixonasse por mim.&lt;br /&gt;- Ah, obrigada. Vamos, temos que matar esse pombo.&lt;br /&gt;- Err... De nada. Matar o pombo? Eu tenho uma idéia.&lt;br /&gt;Eu peguei uma tigela, pão, e Coca-Cola. (Prazer é viver, Coca-Cola.&amp;nbsp; . Acabo de ganhar vinte reais) Pus o pão - Esmigalhado - na tigela, e derramei Coca-Cola em cima. Deixei a tigela no chão, e fomos nos esconder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No arbusto em que nos escondemos - Que conveniente, um arbusto no meio do deserto -, vimos o pombo cessar vôo, parar perto da tigela, e começar a bicar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando quis atacar, mas eu o impedi, puxando-o pela gola. &lt;br /&gt;- Apenas observe... E aprenda.&lt;br /&gt;O pombo terminou a tigela, e ficou ali, parado. Mas nada aconteceu. Esperei por alguns minutos, mas nada. Por fim, fiquei sem paciência, e fomos atacar. Assim que nos avistou, o pombo levantou vôo, e, inesperadamente, explodiu em mil pedaços. O Cristal de Ar voou na face de Luana, fundindo-a com o Cristal instantaneamente. &lt;br /&gt;- Excelente plano, - Reclamou Fernando. - Estamos cobertos de tripas de pombo.&lt;br /&gt;- Desculpa, eu não sabia que o pombo tinha que tentar voar para explodir quando estava cheio de Coca-Cola...&lt;br /&gt;- Onde você conseguiu a Coca-Cola? Ela ainda não foi inventada!&lt;br /&gt;- Patrocinadores.&lt;br /&gt;- Mas...&lt;br /&gt;- Americanos.&lt;br /&gt;- Ah.&lt;br /&gt;- Isso não faz nenhum sentido. - Retrucou Luana.&lt;br /&gt;- Não tem que fazer. Isto é um RPG clichê.&lt;br /&gt;- Agora é o que, uma montagem sobre alguma coisa idiota que ninguém se importa e vai pular todos os diálogos, exceto os nerds?&lt;br /&gt;- Sim. Vamos dormir enquanto isso.&lt;br /&gt;E fomos dormir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-3096799846165096824?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/3096799846165096824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=3096799846165096824' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/3096799846165096824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/3096799846165096824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2009/11/o-cliche-parte-sete.html' title='O Clichê - Parte Sete'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-7894342442670731498</id><published>2009-11-08T00:00:00.000-02:00</published><updated>2009-11-08T00:10:49.269-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RPG Maker Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>O Clichê - Parte Seis</title><content type='html'>O grunhido foi apavorante. Parecia o de um babuíno ao ser defenestrado enquanto ululava blasfêmias desfigurantemente desconcertantes para os ouvintes desavisados. Onde estávamos? Ah, sim claro, o grunhido apavorante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luana e eu saímos de sua casa - Ela estava, por algum estranhíssimo motivo, usando pantufas de couro de falácias. Para quem não sabe, falácias são animais supersticiosos. Eles só existem enquanto você acredita neles. No instante que você deixa de acreditar, eles somem, e nunca mais voltam. -, olhando ao redor cautelosamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentimos outro tremor, desta vez mais forte. Seguimos caminho para as barragens, aonde nossos companheiros de grupo estavam acampados. Hylda/George, Fernando e Friedrich saíram, alertas ao perigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro tremor sacudiu o solo, enquanto caminhávamos em direção à ele. Assim que cruzamos a primeira avenida, vimos um enorme... Babuíno de fogo. Os tremores de terra, na verdade, eram fezes flamejantes que ele retirava do seu ânus e atirava em casas, desmoronando-as de modo estupendamente fedido. &lt;br /&gt;- Ótimo. - Eu reclamei - Um babuíno atirador de fezes. Qual será o próximo, um pombo que caga rajadas de ar? Sinceramente, tenho minhas dúvidas que esse escritor tem fetiche por fezes.&lt;br /&gt;Eu ia começar outro argumento, mas o babuíno começou a falar conosco.&lt;br /&gt;- Eu sou o grande, terrível, fedorento, atirador de fezes, BABOON!&lt;br /&gt;- Baboon? Cara, que nome ridículo. É quase pior que Hylda. - Fernando me deu uma cotovelada.&lt;br /&gt;- Sim, eu sou o grande Baboon. Eu sou o ser mais intelectual do mundo! E, por forças da grande ironia, eu também sou um babuíno atirador de fezes. Oh, vida cruel.&lt;br /&gt;- Certo... Ei Baboon, que tal nós pularmos esta briga, você me dá o cristal, e todos vamos para casa felizes?&lt;br /&gt;- HA! Você acha que pode me deter? Eu sou o temível Baboon! Aliás, alguém aí leu o Kingdom Yorker¹? Pelos deuses, é tão óbvio que o rei vai nos trair e tentar destruir o mundo... E é tão óbvio, mas ao mesmo tempo, tão sem motivo...&lt;br /&gt;- Como uma falácia.&lt;br /&gt;- Exato! Falácias, como deuses, ou outras coisas do gênero.&lt;br /&gt;- Assim como babuínos flamejantes intelectuais chamados "Baboon".&lt;br /&gt;- Nem me fale... Digo, eu não sou contra a igreja nem nada, mas toda essa histeria de "Controlar as pessoas", dizer que se elas se rebelarem elas vão para o inferno... É tão sem-graça, sabe?&lt;br /&gt;- Jura? Nem sabia. Espere, você não acredita em deuses?&lt;br /&gt;- Quem? EU? Não! Sou ateu, e com orgulho! - Nesse exato momento, todos nós sentimos nojo².&lt;br /&gt;- BLERGH! Um ateu!&lt;br /&gt;- Preconceito o seu hein? Talvez você devesse lembrar que a sua igreja prega que amar o próximo é divino.&lt;br /&gt;- Sim, mas um ateu... Enfim. Baboon, você sabe que nós somos os heróis da estória, correto?&lt;br /&gt;- Sim, eu sei. Vocês são os heróis clichê, desta história clichê, deste autor clichê.&lt;br /&gt;- Exato. Logo, você sabe que nós venceremos de qualquer forma, certo?&lt;br /&gt;- Sim, vocês descobrirão minha única fraqueza, desinfetante e água benta, e a usarão contra mim.&lt;br /&gt;- Correto. E, logo, essa luta épica, não têm de acontecer. Pois o final será o mesmo, não concorda? - Ele se confundiu.&lt;br /&gt;- Acho que sim...&lt;br /&gt;- Então porque você não deita no chão, finge de morto, e nos dá o cristal?&lt;br /&gt;- Mas...&lt;br /&gt;- Vamos, você sabe tão bem quanto eu que lutar é inútil. Nós vamos ganhar de qualquer forma.&lt;br /&gt;- ... - Ele refletiu por um momento - ARGH, tudo bem. Você tem razão. Aqui - Ele me entregou o cristal. - Leve o cristal.&lt;br /&gt;- Obrigado. Mas, você tem que deitar no chão.&lt;br /&gt;- O quê? Por que?&lt;br /&gt;- Pois, para dar uma verossimilhança à estória, você tem que fingir que está morto, para demonstrar nossa "Epicidade".&lt;br /&gt;- Argh, você está certo... Vou ler Dawkins enquanto espero decompor. Ah, me façam um favor?&lt;br /&gt;- Claro.&lt;br /&gt;- Pensem enquanto estiverem na igreja.&lt;br /&gt;- Claro, claro.&lt;br /&gt;Subitamente, o babuíno caiu na lava, que, por sorte, não caiu em nenhum de nós. Exceto Friedrich. E uma falácia. E ele teria feito um discurso comovente, e nos feito chorar, se a lava não tivesse o instantaneamente matado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E fomos para casa, vitoriosos. Luana e eu começamos a nos conhecer - Ela é uma caçadora de falácias por profissão, então não acreditar seria fatal para ela -, enquanto George e Fernando continuavam com seu romance talvez homossexual, talvez não, estranho demais para discutirmos. &lt;br /&gt;- AH! - O rei ficou divertidamente encantado - Vocês me trouxeram o cristal de Fogo! Me dêem!&lt;br /&gt;De repente eu percebi a - Já evidente. Como uma falácia - traição do rei. E, pensando rápido, respondi:&lt;br /&gt;- Não.&lt;br /&gt;- Como assim, não?&lt;br /&gt;- Pois é óbvio que você vai tentar nos matar no final, então não.&lt;br /&gt;- Me dê esse cristal agora mesmo, Jack!&lt;br /&gt;- Não! - E, dito isso, pus o cristal no meu peito, absorvendo-o. No mesmo instante, senti uma dor escaldante me corroendo. Legal, eu morri.&lt;br /&gt;Porém, no mesmo instante que eu morri, eu voltei à vida, e sentia agora como se fosse feito de fogo. De fato, era mesmo.&lt;br /&gt;- Guardas! Matem-nos!&lt;br /&gt;- Rápido! Fujam!&lt;br /&gt;E corremos, pela primeira vez indo contra o rei.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-7894342442670731498?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/7894342442670731498/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=7894342442670731498' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/7894342442670731498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/7894342442670731498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2009/11/o-cliche-parte-seis.html' title='O Clichê - Parte Seis'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-3041182190813217102</id><published>2009-11-01T00:00:00.000-02:00</published><updated>2009-11-01T02:14:32.147-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RPG Maker Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>O Clichê - Parte Cinco</title><content type='html'>A montanha era complicada de se escalar. Tinha rochas soltas, babuínos atiradores de fezes, e discos de ouro do MC Hammer. Não sei o porque desse último.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escalamos a montanha, com George tendo dificuldade nenhuma -Afinal, ele flutuava. -, Hylda babando e gemendo, e Fernando e eu suando feito porcos. Carregar Hylda não era fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim chegamos no topo da montanha, aonde tinha uma porta entrando para o subterrâneo. Seguimos pelo escuro, batendo a cabeça nas paredes, no teto, tropeçando, Hylda quase caiu em um buraco sem fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, depois de muitos incidentes e Fernando evaporando umas três vezes, chegamos em um lugar que finalmente me agradou. Uma cidade construída em cima de lava, dentro da montanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a cidade não precisava do Sol, pois os rios de lava proviam luz suficiente. Só me perguntei como que eles conseguiam água naquele calor infernal. &lt;br /&gt;- Olá meus amigos!&lt;br /&gt;Nós olhamos ao redor, assustados. Por fim, olhamos para baixo e vimos um Anão, da metade da minha altura, olhando para nós.&lt;br /&gt;- Olá! Err... Anão.&lt;br /&gt;- O nome é Friedrich.&lt;br /&gt;- Olá Friedrich. Eu sou Jack, este é Fernando, Hylda - Ela continuava a babar -, e o fantasma é George.&lt;br /&gt;- Argh, fantasmas - Ele cuspiu no chão - Anões odeiam fantasmas... Tome cuidado com os Caça-Fantasmas.&lt;br /&gt;- Err... Ok, o George tomará cuidado.&lt;br /&gt;- Ei, colegas, qual a situação da garota?&lt;br /&gt;- Eh... Ela está em estado incapaz de pensar por si mesma... E, você tem certeza que você é capaz de...&lt;br /&gt;- O quê, você duvida? Meu caro, Anões não são proporcionais. Eles tem três pernas!&lt;br /&gt;- ... Ok, obrigado pelos pesadelos.&lt;br /&gt;- Existe um ditado: Uma vez que você for com o baixinho, você vai precisar de um banquinho.&lt;br /&gt;- Novamente, obrigado pelos terríveis pesadelos... Existe algum bar por aqui? Estamos mortos de sede.&lt;br /&gt;- Ah, sim, claro. Sigam-me.&lt;br /&gt;Seguimos o Anão até uma casa feita de tijolos de magma. Entramos. Dentro dela, tinham mesas com anões, e numa delas, uma mulher. A mulher tinha cabelos negros, olhos verdes. Ela me olhava de forma característica, que me lembrava alguém flertando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o Anão falava com os outros, eu fui sentar com a mulher. Ela bebia um copo de vinho tinto. &lt;br /&gt;- Então, o que você está fazendo numa cidade anã?&lt;br /&gt;- Fui abandonada aqui.&lt;br /&gt;- Oh... Érr... - O garçom chegou, para a minha sorte. - Eu quero uma cerveja.&lt;br /&gt;- Eu não beberia a ceveja daqui, se eu fosse você.&lt;br /&gt;O garçom trouxe a bebida. Eu tomei um gole.&lt;br /&gt;- Putz! Isso é delicioso! Qual a receita disto?&lt;br /&gt;- Xixi de Anão.&lt;br /&gt;Eu cuspi. A mulher deu um riso.&lt;br /&gt;- Não te disse?&lt;br /&gt;- Tudo bem, tudo bem. Você tinha razão. Meu nome é Jack, aliás.&lt;br /&gt;- Luana. E você ficar flertando comigo com bafo de xixi de anão não é exatamente atraente.&lt;br /&gt;- Ah, sim. Claro. Na verdade, só estou aqui a serviço do rei. Temos que pegar o cristal de fogo que aqui reside.&lt;br /&gt;Luana se animou.&lt;br /&gt;- Ei! Será que eu posso ir com você?&lt;br /&gt;- Err...&lt;br /&gt;- E eu também? - Perguntou Friedrich.&lt;br /&gt;- Tá, podem. Mas amanhã nós partiremos... Hoje eu preciso lavar a boca.&lt;br /&gt;- Sem problema - Começou Friedrich. - Me siga.&lt;br /&gt;- Ei! - George olhou para si mesmo. - Eu sequei! De volta para o corpo da garota...&lt;br /&gt;Ele rapidamente voltou para o corpo de Hylda. Fernando olhou para Hylda/George, e soltando um grunhido, disse:&lt;br /&gt;- Ah, dane-se. Ele ainda é muito bonita.&lt;br /&gt;- Meus parabéns! - Eu ri. - Mas, vamos dormir... Amanhã iremos procurar o cristal de fogo.&lt;br /&gt;E fomos dormir. Eu passei a noite na casa de Luana, tentando minha sorte - Sem tanta sorte -, e, quando finalmente peguei no sono, a terra começou a tremer. Junto com isso, um rugido foi ouvido. A Luana ficou com medo. Nunca aquele barulho fora ouvido antes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-3041182190813217102?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/3041182190813217102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=3041182190813217102' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/3041182190813217102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/3041182190813217102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2009/11/o-cliche-parte-cinco.html' title='O Clichê - Parte Cinco'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-6701416017915734885</id><published>2009-10-23T19:19:00.000-02:00</published><updated>2009-10-23T19:19:15.029-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesias'/><title type='text'>Um Erro</title><content type='html'>Se o mundo fosse simples,&lt;br /&gt;Como um simples desenho,&lt;br /&gt;Seríamos nós tão livres?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Erro meu,&lt;br /&gt;Um Erro seu.&lt;br /&gt;Um erro humano,&lt;br /&gt;Quem diria, nosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma simples relação pai/filho,&lt;br /&gt;Desmantelada por uma discussão,&lt;br /&gt;Não existiria salvação?&lt;br /&gt;Talvez pessoas só resolvam com um gatilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as multidões, não existe esperança.&lt;br /&gt;Não existe amor, vida, só andança.&lt;br /&gt;O poeta, aonde foi? Na fila, &lt;br /&gt;Tentando vender argila.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sonho de erros, &lt;br /&gt;Sem um padrão,&lt;br /&gt;De loucos sem perdão,&lt;br /&gt;E escritores em enterros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De que serve música&lt;br /&gt;Quando o desespero fala mais alto?&lt;br /&gt;De que serve a literatura,&lt;br /&gt;Quando a desesperança impera nos papéis?&lt;br /&gt;De que serve a arte,&lt;br /&gt;Se nem eu nem você sabemos viver?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez ser perfeito seja errar,&lt;br /&gt;E depois tentar consertar.&lt;br /&gt;Tentar a sorte,&lt;br /&gt;Sem ter porte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda lembro de uma garota,&lt;br /&gt;Que até hoje me consola.&lt;br /&gt;De uma atitude marota,&lt;br /&gt;Mas uma mente meio louca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda lembro de ouvir "Hey Jude",&lt;br /&gt;De dançar até que o dia mude,&lt;br /&gt;Ainda lembro da felicidade,&lt;br /&gt;Embora só por vaidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que serve um erro,&lt;br /&gt;Se não para ser consertado?&lt;br /&gt;Para que serve uma desculpa,&lt;br /&gt;Se não para criar outro erro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez a perfeição seja errar,&lt;br /&gt;E consertar tudo pela tarde.&lt;br /&gt;Não sei se é verdade,&lt;br /&gt;Mas gosto de acreditar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algum dia também errarei,&lt;br /&gt;E não sei se me desculparei.&lt;br /&gt;Talvez o pensamento diga,&lt;br /&gt;Que eu já também errei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biancardine, OUT!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-6701416017915734885?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/6701416017915734885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=6701416017915734885' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/6701416017915734885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/6701416017915734885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2009/10/um-erro.html' title='Um Erro'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-7160154041818782157</id><published>2009-10-22T21:00:00.000-02:00</published><updated>2009-10-22T21:49:52.900-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Macho Alfa</title><content type='html'>Nos primórdios da humanidade, a seleção natural se estabelecia como o deus supremo da sobrevivência, enquanto os mortais disputavam suas vidas naquele terreno novo, sem nem uma gota d'água. O que todos disputavam? Comida e água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eles também disputavam entre si. A disputa entre si, para justificar a seleção natural. Lutavam para ver quem conseguia o maior número de transas. Naquela época, primatas subdesenvolvidos tinham esse direito. Afinal, de que outra forma iriam definir os mais fortes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Idade Média, viu-se que isso era muito primitivo e mandaram isso pra merda. Daquela hora em diante, pobre ia casar com pobre, rico com rico, padre ia ficar transando nas horas vagas, e foda-se a seleção natural (Até porque, para eles evolução é coisa do diabo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, veio o renascentismo, e, novamente, os velhos valores foram chutados. Agora, era vendendo. Quem tivesse mais esposas era quem tinha mais dinheiro. Substituiram a força pela grana, o que, para aquelas formas de vida baseadas em carbono com cérebros que ainda achavam que guerra era uma boa idéia, era um avanço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, anos depois, chegou a era Hippie. Aí mudou tudo. Era quem quisesse com quem quisesse, e o filho era de quem não queria. Todos eram felizes, talvez culpa de toda a erva que fumavam. Quem sabe também fosse pelo fato dos Beatles ainda estarem juntos na época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, depois da era Hippie, vieram os tempos atuais. Aí, dinheiro era sinônimo de pegar mulher. E não era incomum achar homens desafiando uns aos outros com a típica frase: "Tu pega mais mulher que eu?", geralmente com algum "porra" enfiado no meio. Aonde não deveria ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das coisas que eu, como escritor, não gosto de fazer, é tentar ter uma argumentação racional com algum homem. Isso por dois fatos: 1º, Eles geralmente não sabem argumentar, e 2º, sempre acham que estão com a razão quando falam "Tu pega mais mulher que eu?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em algum ponto de nossas vidas enfadonhas e inúteis, somos obrigados a ouvir essa frase tão ridiculamente montada que nos faz pensar: "Que tipo de mulher burra esse cara anda pegando?". Mas, como se fosse uma maldição, essa frase perdura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil eu passar um dia sem ser insultado. Como já sou acostumado a tal fato, sempre tento rir um pouco da situação. Com mulheres, acabo saindo ganhando. Com homens, acabo ouvindo a enfadonha "Tu pega mais mulher que eu?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde quando "Pegar mulher" é símbolo de masculinidade? Por que será que o homem é &lt;strong&gt;tão&lt;/strong&gt; inseguro quanto a própria masculinidade que, para se auto-afirmar, repete como um dogma essa frase? É algo tão ridículo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso instinto nos faz querer ser o Macho Alfa. Ser o chefe do grupo, e transar com mais mulheres. Como dinheiro é algo que não se discute pelos padrões sociais aceitáveis, o homem achou uma única saída para sua necessidade fisiológica para se tornar o Macho Alfa: "Pegar mulher".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, também existe o machismo envolvido na jogada. Só pela simples frase "Pegar mulher" já demonstra isso. Objetizando mulheres, como diriam. Sinceramente, a frase "Tu pega mais mulher que eu" é uma das mais machistas e egoístas que um homem pode dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você, como homem, ficou ofendido com este texto, e vai me mandar um comentário como "Vem cá, tu pega mais mulher que eu?", por favor, não esforcem seus cérebros para digitar sôfregas oito palavras. Vão para algum lugar, fazer algo de inútil. Até porque, se você acha mesmo que "Pegar mulher" é símbolo de status, você não merece minha mínima consideração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biancardine, OUT!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-7160154041818782157?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/7160154041818782157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=7160154041818782157' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/7160154041818782157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/7160154041818782157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2009/10/macho-alfa.html' title='Macho Alfa'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-6577652695346562227</id><published>2009-10-21T16:18:00.004-02:00</published><updated>2009-10-21T16:57:01.303-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas'/><title type='text'>Lado C</title><content type='html'>Ricardo chega a uma festa e é apresentado à Bárbara, que estava ouvindo MP3.&lt;br /&gt;- Ei, é você que gosta daquele tal de Rock Progressivo? Estou ouvindo Nirvana. É verdade que o Kurt Cobain morreu?&lt;br /&gt;- Muito engraçadinho! Será uma piada? - indagou-se Ricardo.&lt;br /&gt;- Cara, a Bárbara é a garota na medida para você! Ela é jovial, adora dançar, curte pops e adora a "night". Ela tem 34 aninhos e com certeza vai dar certo.&lt;br /&gt;- Realmente, muito "feliz" a Bárbara! - pensou Ricardo em voz alta.&lt;br /&gt;- Não, impossível. Nenhuma "paixão arrasadora" me deixaria doido a ponto de abrir mão da minha coleção de Rock Progressivo. - dessa vez, reservou para si, enquanto analisava a moça.&lt;br /&gt;Nada a ver com um cara que gosta desse gênero musical. O que Bárbara falaria quando Ricardo botasse a tocar Emerson, Lake &amp;amp; Palmer ou Rush? E o mais estranho: em LP! Sim, o rapaz ganhou uma coleção de LP's de Rock Progressivo de seu pai. Ele curtia o Gentle Giant, o King Crimson e aí por fora.&lt;br /&gt;- As garotas de hoje em dia estão iguais no mundo inteiro! Todas em MP3 ou MP4. Poucas são iguais a LP's, que tinham capa e encarte...&lt;br /&gt;Sua ex-namorada, a Valéria, até que gostava de Heavy Metal. Ela entrava em transe ao ouvir a voz do Robert Plant, do Led Zeppelin. Um dia, a Valéria queria ouvir Painkiller (Judas Priest) e ele queria ouvir o álbum "Relayer" do Yes.&lt;br /&gt;- You say Yes?! I say Oh, No!&lt;br /&gt;Ele não gostou do trocadilho e Valéria dançou. Bem capaz de ela ter ido ao show do AC/DC...&lt;br /&gt;Ele tinha um LP de um grupo italiano chamado Maxophone, que na época só seu pai tinha no Brasil. Realmente, o Ricardo orgulhava-se muito daquela coleção. Ele achava que naquele tempo ainda havia vida inteligente até no Rock.&lt;br /&gt;Tinha muitos grupos alemães (Eloy, Tangerine Dream, Neu), italianos (Banco, Le Orme, PFM) e até franceses (Magma). Suas vozes favoritas eram da Annie Haslam (Renaissance) e Peter Hammil (Van der Graaf Generator).&lt;br /&gt;- Deixa pra lá, com certeza minhas músicas não farão Bárbara voar!&lt;br /&gt;Entre voar e dançar, Ricardo preferiu primeiro "dançar" para continuar voando. Paixões não são todas iguais, e uma a uma o fazia cada vez mais dono de seu coração solitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I-Rockin&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-6577652695346562227?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/6577652695346562227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=6577652695346562227' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/6577652695346562227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/6577652695346562227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2009/10/lado-c.html' title='Lado C'/><author><name>Ianna Fyelds</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12103607194984347801</uri><email>ianna_scm@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='03712474722893830014'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-5102098009540696564</id><published>2009-10-18T01:00:00.006-02:00</published><updated>2009-10-18T16:12:28.045-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RPG Maker Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>O Clichê (Parte Quatro)</title><content type='html'>- Yarrr! Eu sou o pirata mais temido dos mil cento e dezessete mares! Os homens me temem, as mulheres - Ele piscou para George - me amam, e os peixes me odeiam! O que vocês querem em meu navio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Primeiro, estamos no porto. - Eu comecei. - Logo, não estamos no seu navio. Segundo, são SETE mares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, eu sei! Mas eu conto as vezes que passo por eles! Logo, são mil cento e dezessete!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Err... Tudo bem. Terceiro, Hylda aqui está namorando Fernando. - Fernando se assustou. - E quarto, vocês são piratas? MESMO?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, claro! Os mais malvados, os mais rebeldes, os mais burros!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando e eu nos entreolhamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ok. Se vocês são piratas, e são contra a lei, o que raios estão fazendo num porto que é CONTROLADO pela lei? E por que raios os guardas não prendem vocês?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pois... Err... Sei lá, reclame com o autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tá, dane-se. Vocês podem nos levar a este lugar? - Mostrei o mapa do Cristal d'Água para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, claro. Por duzentas peças de ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Te ofereço cinco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embarcamos, depois de pagarmos o pirata. O navio tinha um cheiro singular de escorbuto, peixe estragado, e suor masculino acumulado por doze meses. Não duvidaria muito se lavassem o convés com suor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então, - Começou George - O que vocês fazem para se divertirem aqui?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capitão olhou para George da cabeça aos pés, e, mostrando seus dentes amarelos, podres, e com um péssimo odor de salmão, disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E quando não têm mulheres a bordo? - Ele riu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah. Não devia ter perguntado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não devia mesmo. Aliás, Jack, você que tem os braços fortes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu só ia perguntar se você podia puxar aquela corda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah. Sim, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capitão virou-se para Fernando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ei, você acha que essa calça faz minha bunda ficar gorda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ei, capitão - Eu repliquei - Que tal você nos levar logo para o local no mapa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, sim, claro. Homens! Puxar velas, soltar as amarras, vamos zarpar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas horas - E muitas cantadas do capitão - depois, chegamos ao nosso destino. Mesmo que no mapa estivessemos no lugar correto - Ainda abençôo a pessoa que criou o mapa com a sua posição e a posição do cristal -, nada se via além de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cá estamos... Mas... Só tem água. Nada de templo. - George falou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Duh. É um Cristal de ÁGUA. Deve estar no fundo do mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quem então vai ser capaz de pegá-lo? Todos respiramos. - Fernando falou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hmm... Eu tive uma idéia. - Dito isso, chutei George, que saiu do corpo de Hylda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- GAH! Filho da...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Calado. Vai lá no fundo pegar o cristal. Queria ser útil? Agora seja útil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele rosnou levemente, e mergulhou, desaparecendo de vista. Estranhamente, Hylda não havia recobrado sua consciência. Fernando parecia traumatizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então... Há quanto tempo... Aquele homem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Antes mesmo de te conhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então eu...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hylda soltou um leve som, mas depois disso se calou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subtamente, do mar, saiu George, com o Cristal de água.Ele estava azul, ao invés de transparente, e pingava água como uma peneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Argh! Odeio água... Sempre entra em mim, e fico dias pingando. E, enquanto tenho água em mim, não posso possuir ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Droga. - Eu reclamei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Droga? Isso é ruim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim. A Hylda é um saco. E vai nos trair no final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não se preocupe, olhe para ela. Ele está em estado de escravidão da alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ela ficou tanto tempo possuída, que sua alma foi completamente suplantada, e agora ela não pensa, apenas obedece ordens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah. Deixe-me tentar. Hylda, é o Jack. De agora em diante, você não vai nos trair com o rei, entendeu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela fez que sim com a cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ei - Fernando sussurou para mim - É errado que eu tenha ficado excitado com isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu olhei para ele com nojo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim! Seu pevertido!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando e George se entreolharam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ok - Eu os interrompi. - Discutam isso depois. Vamos logo para o maldito rei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ia pegar o Cristal, quando vi que Fernando tinha pego o cristal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fernando, me dê o cristal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por quê? Eu vou ficar com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que eu pudesse impedí-lo, ele o colocou no corpo, absorvendo-o, e dissolvendo-se em água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Idiota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo ele voltou a ser ele mesmo, pingando água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ok, se você não tirar logo esse cristal, eu vou mijar em você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O quê? Não! Não, pera! Argh! Eu não consigo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Idiota. Vamos, pelo menos o rei não vai pegar o cristal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dias, e uma floresta cheia de zumbis depois, estávamos diante do rei. Que, por sinal, estava irritado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Poxa! Eu FALEI que vocês tinham que pegar o Cristal de Água, SEM ABSORVÊ-LO! Mas... Dane-se. Vão pegar o Cristal de Fogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim senhor. Até o retorno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E fomos pegar o Cristal de Fogo. To começando a ficar de saco cheio do rei. &lt;br /&gt;_____________________________________________________________ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Desculpem o atraso. É que, devido ao horário de verão, o Blogger acabou criando problemas com a opção de postar programado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-5102098009540696564?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/5102098009540696564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=5102098009540696564' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/5102098009540696564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/5102098009540696564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2009/10/o-cliche-parte-quatro_18.html' title='O Clichê (Parte Quatro)'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-962423315253889805</id><published>2009-10-17T02:36:00.001-03:00</published><updated>2009-10-17T02:36:31.485-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>Fumaça</title><content type='html'>A escuridão envolvia a cama, com o silêncio se alastrando pelo cômodo. O corpo desnudo, carne do pecado, um prazer que não devia ser conhecido. Uma pequena luz se acendeu, para logo após apagar novamente. Apenas um círculo de fogo permaneceu, iluminando um cigarro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As formas cinzentas ganharam forma, naquele mundo preto e branco. A mulher deitada, frágil, acocorada, fumando seu cigarro. Chovia lá fora. Chuva forte, chuva. O apartamento envolvido por aquela suave melodia da respiração combinada da mulher, e eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fumaça do cigarro subia alta. Dançava em pequenas espirais, abafando o ar. Uma gota de suor, e mais outra, e, depois de tudo, um cigarro. O som de carros entrou no quarto, quebrando o silêncio mortal. Pela luz de fora, se via apenas a fumaça d'água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fumaça percorreu todos os cantos, enchendo-nos de desesperança e tristeza. Um ato ridiculamente humano, e porcamente prazeroso. A fumaça nos intoxicava ainda mais, daquela luxúria desmerecida de uma noite de bebidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mexendo em algo - Qual não me recordo -, cortei a mão. O sangue vermelho naquela sala sem cores. E a fumaça entrando na ferida, cauterizando de forma grotesca. As baratas do apartamento se agitavam conforme a chuva parava, preparando-se para a hora de se alimentar de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, naquele mundo sombrio desesperançoso, aonde nenhum homem conseguiria sobreviver, dormimos, enquanto aquela fumaça maldita entrava em nossas narinas, dançando em espirais que qualquer um chamaria de "diabólicas".&lt;br /&gt;___________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso foi... Minha tentativa de fazer um momento Noir. Consegui?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biancardine, OUT!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-962423315253889805?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/962423315253889805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=962423315253889805' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/962423315253889805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/962423315253889805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2009/10/fumaca.html' title='Fumaça'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-4711387143070154986</id><published>2009-10-15T00:00:00.013-03:00</published><updated>2009-10-15T00:00:02.025-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Crônicas'/><title type='text'>O Mendigo que Cantava</title><content type='html'>Antes do conto em si, uma pequena reclamação sobre algo que é considerado banal hoje em dia: Comentários em Fotos de Orkut. Sinceramente, nunca vi tanta falsidade reunida num lugar só. Sem contar erros gramaticais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a pessoa posta uma foto no Orkut, e ninguém comenta, ela fica irritada. Isso é idiotice. "Por que ninguém comentou ainda?!?! Será que não sou bonita o bastante para postar fotos, e por isso todos estão me ignorando?!?! Ah, mas eu sabia!!! Eu sabia!!! Já chega, irei me matar agora mesm... Ei, um comentário!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior mesmo são os comentários em si. Falsidade, falsidade. Tudo bem, não vou chegar&amp;nbsp;na foto e dizer: "Você parece um esquilo esquizofrênico, e, sinceramente, nunca quis ter te conhecido", mas não dá para não sentir uma ponta de sarcasmo, ou falsidade, ou sei lá, quando a pessoa fala "Ai amiga, você tá linda =D".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tinha até mesmo uma teoria sobre isso. De fato, até algum tempo atrás eu imaginava que as pessoas falavam isso apenas para que a pessoa que recebeu o elogio elogie de volta, criando um ciclo interminável de pessoas chatas e falsas dizendo o quanto "Amam a sua foto, você é muito linda", não importando o quanto a pessoa seja ridiculamente feia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou talvez, se as pessoas pararem de ficar repetindo sempre a mesma coisa, elas esqueçam como escrever. Ou então, se pararem de escrever inutilidades, comecem a pensar.... Cínico demais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou talvez não seja nada disso, e eu apenas seja cínico demais... Nah.&lt;br /&gt;_______________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;O Mendigo que Cantava&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em uma rua escura, pessoas caminhavam por entre multidão. Andava eu, distraído, pensando na vida. Pessoas ao meu redor, sem o menor interesse. Sinceramente, gostaria que as pessoas parassem de se preocupar com seus trabalhos e fins-de-semana e simplesmente aproveitassem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Ouvi uma cantoria. Era bonita. Uma voz excelente, que cantava sem precauções. Procurei a fonte (Ato típico humano), encontrei-a na rua. Um homem maltrapilho, magro. Tinha os cabelos desgrenhados, e uma barba longa. Era um mendigo. E cantava bem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Cantava música clássica, sem pedir trocados. Cantava pois gostava de cantar. As pessoas passavam, sem prestar atenção, ou ouvir sua melodia. Realmente me deprimia que uma melodia tão doce era simplesmente ignorada pela humanidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Todo dia, eu lá sentava, ouvindo sua melodia. Nunca troquei palavra com ele - Estava muito ocupado cantando -, embora sempre deixasse um pedaço de pão. As pessoas passavam, sem rumo definido, apenas ignorando a beleza da vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Mas, um dia, a melodia sumiu, junto com sua fonte. Ele se fora, e a beleza da rua havia desaparecido, esquecida pelo tempo, e pelo povo. Sentei-me aonde ele costumava sentar. Deveria ter morrido de fome, talvez de velhice. Nunca saberia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Nunca mais aquela rua fora a mesma. Embora ninguém notasse, a beleza da vida havia deixado-a. A música havia acabado. Eu sentia falta dela. Mas, embora tudo isso, sentia era pena daqueles que só se preocupavam com trabalho, por nunca nem terem ouvido a música.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Biancardine, OUT!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-4711387143070154986?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/4711387143070154986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=4711387143070154986' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/4711387143070154986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/4711387143070154986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2009/10/o-mendigo-que-cantava.html' title='O Mendigo que Cantava'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-1013037229063247209</id><published>2009-10-11T00:00:00.001-03:00</published><updated>2009-10-11T00:00:01.274-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RPG Maker Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>O Clichê (Parte Três)</title><content type='html'>- Pelos deuses, George, você está fedendo a estrume! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olha, a culpa não é minha. É desta droga de cristal de terra, que transforma meu corpo em estrume. Eu sou um homem num corpo de uma mulher gostosa que tem cheiro de estrume!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tá, então pelo menos troque a terra do seu corpo por terra molhada, o cheiro é melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito isso, George (Ou Hylda) desmanchou seu corpo completamente, e voltou a si, só que, sem cheiro de estrume.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bem melhor. Agora, qual a cidade que temos que ir para pegar o Cristal de Água?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A Segunda Cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por que ela se chama Segunda Cidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pois é a segunda cidade que veremos nesse jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah. Faltou imaginação ao criador, imagino eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pois é. Diz aqui no Detonado que essa cidade é coberta por florestas infestadas por monstros, mas que no seu lado oeste, tem um lindo porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah. Deve ser bem isolada então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, diz aqui que ela tem prosperidade econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O quê? Como, se ela reside no meio de uma floresta infestada por monstros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, iam construir uma estrada ligando o reino à ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, é? O que aconteceu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Trabalho do Governo, sabe como é, prometem e não cumprem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah. Bem, vamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E seguimos caminho para a floresta. A floresta, que nem George mencionou, era infestada por monstros. O que ele não mencionou, é que eram monstros humanóides zumbis que eram mais pervertidos que ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de muitas lutas, alguns subornos, e um infeliz incidente envolvendo o corpo de Hylda e um cachorro zumbi, chegamos ao fim da floresta, e, por consegüinte, na Segunda Cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sabe, você bem que poderia ter dito que eram humanóides zumbis tarados!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ei, tá reclamando do quê? Não foi você quem não vai mais poder casar de branco por causa de um cachorro zumbi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sinceramente, você já não podia antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Muito menos você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por que eu casaria de branco?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, é. São só as mulheres. Depois de 5, 6 séculos, você acaba esquecendo as tradições humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Percebi. Bem, cá estamos. Segunda Cidade. Vamos entrar. A não ser, é claro, que o idiota do criador deste jogo decida que vamos conhecer o terceiro personagem aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subtamente, saiu de dentro da cidade murada, um homem de 17 anos, aproximadamente. Tinha longos cabelos negros, sombrancelhas rígidas, tinha músculos que fariam Hércules ter vergonha de si. O ressemblante de George pareceu mudar com a aparição daquele garoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hey! - Eu gritei, quando ele trombou comigo. - Acalme-se! O que que houve?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estão atrás de mim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse mesmo instante, 42 soldados saíram de trás da cidade murada, todos com espadas desembainhadas. Exceto um deles, que tinha, no lugar da espada, um frango de borracha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estranhamente, o soldado com o frango de borracha era o mais intimidador de todos, e carregava no cinto cabeças de galinhas. Comecei a imaginar que talvez ele não estivesse carregando uma galinha de borracha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esperem! - Eu gritei para os 41 soldados carregando espadas, e o soldado que carregava uma galinha morta, e que, coincidentemente, tinha 42 cabeças de galinha no seu cinto. - O que este pobre homem, fez a vocês, para perseguirem-no tão vigorosamente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ele falou "A Igreja explora o homem!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah. E quanto é a fiança?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mil peças de ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu sou um enviado do rei. Eu mesmo o levarei para a prisão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem - o soldado embainhou a espada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ei, - Eu perguntei ao homem que carregava uma galinha. - por quê você carrega uma galinha ao invés de uma espada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hein? Ah, eu não sou soldado. Eu sou o cozinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah... Tudo bem. Mas, que tal então vocês voltarem para seus lugares? Esse cara fica comigo. - Apontei para o garoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem. HOMENS, RETIRADA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os homens voltaram à cidade. Eu virei para o homem e disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu te salvei da morte, agora, você vai me ajudar na minha jornada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- De pegar os quatro cristais? Claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Excelen...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olá - Começou George -, eu sou Hylda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhei curioso para George. Ele fez um sinal de "Calado" com os dedos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sabe, você é muito atraente para sua idade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah - Ele pareceu lisonjeado. Coitado dele. - Obrigado. Será que eu poderia err... Levar você... Vocês! Até minha humilde casa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fizemos que sim, e ele começou a mostrar o caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hey, George! - Eu sussurei - Que diabos você está fazendo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desculpe, eu não consegui me controlar... Ele é tão... Viríl.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas você é homem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- No corpo de uma mulher!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, - Começou o garoto - meu nome é Fernando, aliás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E eu sou Jack.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E chegamos na casa de Fernando, onde George me fez pensar se realmente era um fantasma macho. No dia seguinte, iriamos para o porto. Teriamos ido naquela noite, mas George/Hylda me implorou para que fossemos no dia seguinte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-1013037229063247209?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/1013037229063247209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=1013037229063247209' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/1013037229063247209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/1013037229063247209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2009/10/o-cliche-parte-tres_11.html' title='O Clichê (Parte Três)'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-5193101173090976467</id><published>2009-10-10T00:00:00.003-03:00</published><updated>2009-10-10T01:43:11.039-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesias'/><title type='text'>Razão</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Fogem os fracos,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Ficam os fortes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Nascem os velhos,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Morrem os jovens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A velhice inevitável&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Que assola a humanidade,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Destrói a criatividade,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Te torna anti-amável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Uma fuga desenfreada,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Um louco sem razão,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Doces sonhos em vazão,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Trabalhando com a enxada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Verdades mentirosas,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Escuridão amorosa,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Cegueira da imagem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Mudez da canção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O vício desesperado,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Mortos, o seu estado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Uma cama vazia,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Sangue, depressão, azia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Um filete mal-formado,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Que mal tem, um enfileirado?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Drogados entoando canções,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;De seus negros corações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A lúcidez inexistente,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;em minha pobre mente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A imagem que me assola,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Do tempo que me amola.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biancardine, OUT!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-5193101173090976467?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/5193101173090976467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=5193101173090976467' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/5193101173090976467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/5193101173090976467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2009/10/fogem-os-fracos-ficam-os-fortes.html' title='Razão'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2134269944603115312.post-6184575426891104850</id><published>2009-10-05T15:08:00.002-03:00</published><updated>2009-10-05T15:08:26.320-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RPG Maker Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>O Clichê (Parte Dois)</title><content type='html'>O grito dela foi ridículo. Ela gritou feito um boi que foi atropelado por uma carroça, que no momento estava na adolescência, e, por isso, na troca de voz, enquanto, dentro da carroça, tinha um marido acovardado e sua mulher extremamente obesa com cabelos do suvaco que iam até os pés, e suava feito um porco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Err... Desculpem-me, divaguei. Enfim. No momento em que o fantasma atacou Hylda - Ainda detesto esse nome -, ele desapareceu, enquanto Hylda caía no chão, inconsciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparei-a antes que caísse no chão, e vi, enquanto recuperava sua consciência, que seus olhos foram de um azul claro para um belo verde. No início não entendi o que isso significava, mas assim que ela começou a falar, eu entendi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Droga. Possuí outra pessoa de novo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu a soltei, deixando-a cair no chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gah! Saia dela, seu pervertido!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fantasma olhou para si mesmo (Ou para o corpo de Hylda a quem olhava), e levantou, sorridente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- George.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hein?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- George, meu nome é. George. Sempre que eu possuo alguém, eu recobro algumas lembranças... E interessantemente, um pouco da minha sanidade. Só um pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom para você, George, mas dá para sair dela? Sério, eu preciso dela para esta história clichê ter rumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Err... Sinto muito, mas não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E por quê não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Porque... - Ele olhou para si mesmo - Eu estou gostosa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu pisquei duas vezes. Não consegui nem acreditar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas... O quê? Você está gostosa? Você é um homem no corpo de uma mulher! Sinceramente, isso é estranho demais... Ou pelo menos até o século XXI, mas ainda assim será um tabu social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ok, que tal isso então: Eu te ajudo a pegar os quatro cristais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem... Você não pode ser pior que a Hylda. Ok, vamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E seguimos caminho. Liberamos a alavanca, abrindo a porta para o subsolo. Nele, nada encontramos além de terra, e, por algum motivo, um cachorro ainda vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Err... - Começou George... Ou Hylda. Não faço idéia. - Onde está o chefe de fase que carrega o cristal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Este é o cristal da terra. Logo, o chefe virá do solo, numa tentativa desesperada e falha de demonstrar como o criador desta desgraça é "Criativo e bacana".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pff... Duvido. O criador não seria tão idiota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse mesmo instante, começou a crescer do solo uma criatura gigantesca, marrom e fedorenta. Tinha cheiro de estrume.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não disse? - Eu falei, ironicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- BAAAAAAAAAAHHHHHHHRRRRRRRRRRRRRRRRRGGGGGGGGG! - O monstro começou a grunhir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mim ser Terra, mim ter cristal de Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Isso ser óbvio, Terra. - Eu respondi. - Por que não nos dá logo o cristal, e nos poupa o tempo de te matar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mim não poder. Mim ser pago para matar aqueles que tentam pegar cristal! Mim odeia trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se você odeia seu trabalho, por quê não pede demissão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você louco? Minha mulher é patricinha. Assim que mim se demitir, ela me chuta a bunda. E mim ainda ter três pedrinhas para alimentar. Mim precisar de promoção, e urgente. Mas rei não querer promover, não quer Terra em seus salões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ok... Então sinto muito, mas eu vou ter que te matar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem. Terra estar deprimido. Aqui embaixo é muito chato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então... Ok.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento, Terra tentou nos esmagar com uma de suas patas - Ah, caso eu tenha me esquecido de descrevê-lo, ele tinha absorvido o cachorro, e tomado sua forma. Tenho pena do cachorro, está envolvido por estrume. -, mas rapidamente desviamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ok, agora eu estou irritado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu saquei minha espada, e comecei a subir o cachorro de estrume fedorento. Entrei por suas costelas, e, no seu coração coberto de estrume, achei o cachorro latindo feito um louco, e o cristal de terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rapidamente peguei o cristal de terra, mas senti um tremor que sacudiu ambos a mim, e o cachorro. O cachorro acabou evacuando na minha espada. Saímos das entranhas daquele bicho de estrume, e atrás de nós, o bicho desmanchou, e, em seu leito de morte, gritou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Diga para minha mulher... Que ela vai precisar trabalhar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Só se você falar isso para o rei! - Respondi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhei ao redor, procurando por George... Ou Hylda... Ou sei lá. O vi no chão, morto. Seus olhos continuavam verdes. Tinha estrume por todo o corpo, e suas roupas estavam ligeiramente rasgadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Huh... Isso explica o tremor no corpo daquele bicho de estrume... Eu vou precisar dela... Ou dele. Isso é confuso demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então tive uma idéia. Peguei minha espada com estrume, e fiz uma incisão na área do coração. Arranquei-o fora, e pus o cristal de terra no lugar. Não foi uma cena bonita. Sinceramente, ainda tenho pesadelos sobre isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo instante, Hylda - Ou George - acordou, assutada(o).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que aconteceu? Nós matamos o monstro de terra gigante e fedorento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Err... Claro, George. Só que... Você morreu no processo... De novo. E eu tive que te reviver com o cristal de terra. Agora vamos, temos que ir falar com o rei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Espera, o rei? Ele não é um traidor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, é. Na verdade ele é o vilão final do jogo, mas para a história continuar, temos que fingir que não sabemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah. Ok.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Isso me lembra: No castelo, finja que seu nome é Hylda. Para não levantar suspeitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vamos, temos que ir logo... Esse cheiro de estrume está me matando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecei a andar, deixando a espada do lado dela(dele).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ei, Jack, você deixou sua espada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fique com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, no castelo do rei, nos apresentamos, e o rei pareceu confuso conosco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ora... Onde está o cristal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bem, meu rei... Depois de matarmos a fera fedorenta, eu descobri que Hylda tinha morrido. Foi uma morte meio esquisita, coberta de estrume, mas eu consegui salvá-la, ao colocar o cristal de terra no lugar do coração dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah. Tudo bem. Já que Hylda é minha aliada, está tudo bem. Eu só queria ter certeza que os cristais ficariam fora do meu caminho, já que eles são a única coisa que podem impedir meus maléficos planos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hein? - Eu perguntei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Err... Eu quis dizer: Que bom! Você está viva!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Muito bem... Vamos procurar os outros cristais agora, tudo bem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E fomos embora, procurar os outros cristais para dar continuidade a esta estória sem sentido.&lt;br /&gt;__________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.rpgmakerbrasil.com/forum/f34/o-cliche-parte-dois-22160.html#post224519"&gt;Post Original&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2134269944603115312-6184575426891104850?l=www.biancardineoestoriador.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.biancardineoestoriador.com/feeds/6184575426891104850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=2134269944603115312&amp;postID=6184575426891104850' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/6184575426891104850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2134269944603115312/posts/default/6184575426891104850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.biancardineoestoriador.com/2009/10/o-cliche-parte-dois.html' title='O Clichê (Parte Dois)'/><author><name>Biancardine, o Estoriador</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08872998401664526990</uri><email>victorbiancardine@hotmail.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='18402393868601727474'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>